Onde você almoça e nunca enjoa? Conheça as sete categorias do Prêmio Black Chefs 2026
Do prato feito ao jantar de comemoração, veja o que concorre em cada categoria, como inscrever ou indicar um lugar e quem pode votar.
Do prato feito ao jantar de comemoração, veja o que concorre em cada categoria, como inscrever ou indicar um lugar e quem pode votar.

Do lanche ao jantar de comemoração, o Prêmio Black Chefs 2026 tem sete categorias em cada cidade. Foto: Divulgação.
O Prêmio Black Chefs 2026 tem sete categorias, as mesmas em São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador. Elas foram pensadas a partir do jeito como as pessoas comem de verdade: o almoço da semana, o lanche da tarde, a cerveja com petisco, o jantar de comemoração. Na cédula, cada categoria vira uma pergunta simples, e quem vota responde pensando nos lugares que já conhece.
O prêmio não se limita à culinária de matriz africana. Pode concorrer qualquer negócio de comida ou bebida que atenda ao público e tenha pelo menos uma pessoa negra entre donos, sócios ou responsáveis. Vale a hamburgueria, a confeitaria, o boteco e o restaurante de cozinha autoral.
Na cédula: "Onde você provou a melhor comida afro da cidade?"
Cozinhas de matriz africana e afro-brasileira: comida de terreiro, cozinha baiana, pratos de países africanos e receitas da diáspora nas Américas. É a categoria de quem preserva e reinventa saberes que estão na base da cozinha brasileira.
Na cédula: "Onde você almoça e nunca enjoa?"
O prato feito, a comida caseira, o self-service, a marmita, o restaurante do bairro. A cozinha do cotidiano quase nunca aparece em listas de premiação, mas é ela que alimenta a cidade de segunda a sexta. Aqui, concorre com o mesmo peso de qualquer outra casa.
Na cédula: "Qual a melhor comida de rua da cidade?"
Barracas, carrinhos, quiosques e food trucks. Do acarajé ao churrasquinho. Para concorrer, não é preciso ter CNPJ nem salão: basta atender o público com regularidade, em um ponto que dê para encontrar.
Na cédula: "Onde você senta para beber e comer bem?"
Botecos, bares e coquetelarias, com seus petiscos, drinques e cervejas. Conta o conjunto: o que vem no copo, o que vem no prato e o clima da mesa.
Na cédula: "Onde você leva alguém para comemorar?"
O restaurante escolhido para o aniversário, o pedido de casamento, a visita de alguém querido ou a vontade de viver uma experiência diferente.
Na cédula: "Qual o melhor doce da cidade?"
Docerias, confeitarias, sorveterias e quem faz sobremesa por encomenda.
Na cédula: "Qual o melhor lanche da cidade?"
Hamburguerias, sanduicherias, casas de salgados e cafés.
Além das sete categorias, cada cidade elege O Melhor da Cidade. Ele não tem pergunta na cédula: o título vai para o vencedor de categoria com mais votos na segunda fase. Os votos de categorias diferentes não se somam, para que quem concorre em duas não leve vantagem.
Cada negócio escolhe até duas categorias na inscrição. Um bar com cozinha afro, por exemplo, pode concorrer em Mesa de bar e em Comida afro. Se a categoria escolhida não combinar com o que o negócio oferece, a organização pode mudá-la e avisa o responsável. Um negócio pode ser finalista nas duas categorias, mas vence no máximo uma.
Há dois caminhos, ambos gratuitos e abertos até 15 de outubro:
Não é preciso morar na cidade para indicar. Vale aquele restaurante que você conheceu numa viagem, o bar de uma visita, o doce que marcou.
Qualquer pessoa, de qualquer lugar do Brasil, pode votar nas três cidades. Basta escolher a praça e preencher a cédula, que tem uma pergunta por categoria. Dá para deixar em branco as categorias em que você não conhece nenhum lugar.
Cada e-mail vota uma vez por cidade em cada fase, e o voto só conta depois de confirmado pelo link enviado ao e-mail. A primeira fase vai de 21 de outubro a 6 de novembro e define os cinco finalistas de cada categoria. A segunda, de 9 a 22 de novembro, recomeça a contagem do zero e escolhe os vencedores, anunciados em 25 de novembro.
Os negócios podem pedir votos ao seu público. O que não vale é oferecer desconto, brinde ou qualquer vantagem em troca de voto.